Após a polêmica em torno da obrigatoriedade de Bahia e Vitória defenderem suas partidas no Estádio Fonte Nova, o governo baiano recuou da decisão. O chefe de gabinete do Executivo estadual, Fernando Schmidt, afirmou ao site “BN Esportes” que a cláusula de obrigatoriedade não será incluída no edital de licitação para a reforma da arena.
Já o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, afirmou que o principal entreave na viabilização da Fonte Nova, orçada em R$ 550 milhões, é a sustentabilidade econômica da arena após a Copa. No entanto, disse que caberá ao futuro operador do estádio, e não ao governo, a tarefa de atrair os principais clubes baianos.
Os jogos do Bahia estão praticamente garantidos, já que o clube tradicionalmente usa a Fonte Nova para defender suas partidas. Já o Vitória é proprietário do Estádio Manoel Barradas, conhecido como Barradão, e não está disposto a trocá-lo pela arena reformada.