Uma ONG do Ceará iniciou uma campanha virtual para emplacar o tatu-bola, espécie característica da fauna brasileira, como mascote da Copa de 2014 no Brasil.
A escolha do animal como símbolo do Mundial chamaria atenção para o risco de extinção que ele corre, além de se tratar de uma espécie com formato semelhante a de uma bola, questões que, para a ONG Associação Caatinga, colocariam o tatu-bola à frente de seus rivais no pleito.
"Estamos tendo muitos adeptos. Vai servir para sensibilizar a população brasileira para a preservação das espécies, pois muitas estão em extinção, como o tatu-bola, que é endêmico da caatinga, bioma exclusivamente brasileiro", afirmou Everton Torres, gerente da Reserva Natural Serra das Almas, em Crateús (CE), ao jornal "Diário do Nordeste".
Segundo a associação, a campanha vai se intensificar. Uma tenda itinerante da ONG deve percorrer o país a partir de abril para apresentar os motivos pelos quais este pequeno animal deve ser escolhido como a mascote do Mundial.
Mascotes
No fim de 2011, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, chegou a manifestar preferência pessoal pela escolha do saci como símbolo da Copa. A definição, no entanto, está a cargo da Fifa, que deverá apresentar a mascote até o fim do primeiro semestre.