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Obras de estádios da Copa empregam 62 ex-detentos, diz CNJ

Conselho Nacional de Justiça prevê número ainda maior quando SP e Rio aderirem ao acordo

Obra do Mineirão é uma das que contam com ex-detentos (crédito: Divulgação)
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Da redação - São Paulo
postado em 09/01/2012 11:39 h
atualizado em 09/01/2012 12:02 h

Metade dos estádios da Copa de 2014 já conta com ex-presidiários trabalhando no canteiro de obras. Ao todo, são 62 operários egressos do sistema penitenciário que auxiliam a construção das arenas do Mundial.

A iniciativa é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu o programa Começar de Novo em 2009. Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Cuiabá e Natal são as sedes que aderiram até o momento.

Segundo o CNJ, o número de egressos do sistema prisional que trabalham nos estádios deve aumentar nas proximas semanas, quando o acordo deve ser colocado em prática em São Paulo e no Rio de Janeiro. 

O programa prevê que 5% das vagas nos canteiros de obras sejam destinadas a ex-detentos. Além do CNJ, o Ministério do Esporte, os comitês locais da Copa, os governos estaduais e municipais também participam da iniciativa.





 
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