Está cada vez mais forte a possibilidade de a empreiteira baiana OAS associar seu nome à Arena da Baixada como contrapartida à execução das obras de modernização do estádio curitibano para a Copa de 2014. A definição está na mão do Conselho Deliberativo do clube, que reuniu-se na última semana mas não chegou a um consenso sobre o tema. A OAS, porém, não confirma a estratégia.
Há ainda a possibilidade de que o Atlético chegue a um acordo com as construtoras Triunfo e Andrade Gutierrez para realizarem essas reformas em um formato de negócio diferente de parceria. A decisão final deverá ser tomada até o final de junho.
Enquanto isso, o Atlético Paranaense ainda tenta solucionar com o governo do estado e a prefeitura de Curitiba o imbróglio causado pelo aumento dos custos das reformas, que saltaram de R$ 135 milhões para R$ 220 milhões, segundo cálculos do clube, e R$ 175 milhões conforme cálculos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC), com a exclusão de impostos, graças a isenção a que o Atlético teria direito.
A única decisão, por ora, foi a confirmação do estádio para abrigar os jogos da Copa em Curitiba. “Há um trabalho diário de toda a direção do Atlético pela realização das obras visando ao Mundial. Toda diretoria quer a Copa na Arena”, disse o diretor de obras e vice-presidente do Conselho Administrativo do CAP, Enio Fornéa Junior, por meio de sua assessoria.
Segundo o presidente do Conselho Administrativo do clube, Marcos Malucelli, as negociações estão avançando. “Estamos em constante contato com a secretaria de Planejamento e com as coordenações da Copa no município e no Estado. Temos constantes avanços no modelo dessa parceria”, explicou.