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Copa das Nações Danone revela talentos

Futuros craques da bola disputam torneio mundial de futebol infantil

Coletiva de imprensa da Copa Danone teve presença de Cafu (crédito: copa2014.org)
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Luana Costa
postado em 03/07/2009 15:38 h
atualizado em 03/07/2009 18:25 h

Para ser um craque de bola tem que ter talento. E talento não se compra, se nasce com ele. Para revelar aptidões e, acima de tudo, incentivar a busca por um sonho comum, a Danone criou a Copa das Nações. Há 10 anos, crianças com idade de 10 a 12 anos têm a chance de compartilhar a paixão pelo futebol e suas habilidades no esporte.

No Brasil, o evento está na sua 8ª edição. Esse ano, participaram seis cidades diferentes. “Normalmente, a Copa só acontecia em São Paulo, mas esse ano foi diferente, nós envolvemos outras cidades: Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Poços de Caldas, Fortaleza e Rio de Janeiro”, diz Annelise Alves, responsável pela Copa das Nações no Brasil e gerente de produto da Danone.

Cada cidade passou por uma fase classificatória, na qual participaram crianças de diversas escolas públicas e privadas, além de clubes e associações esportivas. “Na fase regional foram escolhidos os times que vão disputar a chance de integrar a seleção brasileira infantil em outubro, quando será a final mundial”, explica Annelise. A final da disputa nacional vai acontecer nos dias 4 e 5 de julho, no estádio da Universidade de São Paulo (USP).

Padrinho
O evento é apadrinhado nacionalmente pelo ex-capitão da seleção brasileira Cafu. “Era um namoro antigo. Há anos queremos o Cafu como nosso padrinho nacional e só agora conseguimos esse privilégio”, conta Rodrigo Chaimovich, gerente de marketing da Danone e um dos responsáveis pela Copa das Nações.

O craque vestiu a camisa do evento. “A Copa Danone pode ser um pontapé inicial para quem quer chegar a algum lugar, para quem pensa em vencer na vida”, incentiva. Ele acredita que a competição pode ajudar a revelar futuros craques. “Quem sabe nós não revelamos alguns grandes laterais do futuro. Torço para que todos eles possam, um dia, beijar a taça do mundo, como eu tive a sorte de fazer”, disse.

Mas Cafu lembra que é importante investir em outra formação. “Ser jogador de futebol é muito legal, mas é uma profissão difícil. Por isso, é importante nunca parar de estudar. Antes do atleta, vem o homem ou a mulher. É importante que essas crianças invistam em uma formação profissional. Mas claro, nunca deixar de sonhar e correr atrás de seus objetivos”, comenta.





 
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