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Operários cruzam os braços em obras da Arena do Grêmio

Cerca de 300 trabalhadores pedem melhores salários e licença para visitar família

Perspectiva do estádio gaúcho: operários protestam (crédito: Divulgação)
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Alexandre de Santi - Porto Alegre
postado em 25/02/2011 10:59 h
atualizado em 25/02/2011 11:20 h

Cerca de 300 operários que trabalham na construção da Arena do Grêmio, em Porto Alegre, cruzaram os braços ontem (24). Os trabalhadores pedem melhores salários e condições de trabalho.

A paralisação dos funcionários da OAS, construtora responsável pela obra, coincidiu com a visita do ministro do Esporte, Orlando Silva, que esteve em Porto Alegre nesta quinta-feira e que visitou o canteiro de obras da arena. Os trabalhadores pedem aumento no contracheque e licenças para visitar as famílias.

Como a maioria dos operários veio do Nordeste, alguns reclamam que esperam para voltar à terra natal há mais de quatro meses. Além disso, os operários pedem mais horas de descanso, que não estariam sendo cumpridas. As informações são da "Rádio Gaúcha".

Em nota ofical, a OAS disse que a paralisação não vai atrasar o cronograma das obras. Representantes da empresa e dos trabalhadores teriam encontros ainda na quinta-feira para encontrar uma solução para o protesto, mas, até o final da tarde, nenhuma medida havia sido anunciada.

O estádio é candidato à Copa das Confederações, evento que ocorre na metade de 2013 e testa a infraestrutura do Mundial. Assim como o Beira-Rio, estádio do Mundial de 2014 em Porto Alegre, a construção do estádio gremistas recebeu isenções fiscais do governo estadual e federal.





 
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