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O Príncipe Etíope

Didi foi, para muitos, o craque da Copa de 1958

Didi (Esq) durante a semifinal de 1962 contra o Chile (crédito: CBF)
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Guilherme Costa - São Paulo
postado em 18/03/2009 14:10 h
atualizado em 24/03/2009 17:06 h

Nome: Valdir Pereira, o Didi

Nascimento: 08/10/1929

Nacionalidade: brasileira

Copas em que esteve presente: 1954, 1958 e 1962

 

Didi, que foi apelidado de Príncipe Etíope pelo escritor Nelson Rodrigues, foi para muitos, o craque da Copa de 1958, mesmo com companheiros de time renomados como Pelé, Garrincha e Vavá. Único dos três a disputar a Copa de 1954, em que o Brasil fez uma campanha péssima, perdeu para a Hungria e foi eliminado precocemente, Didi mostrou sua experiência ao pegar a bola das redes, coloca-la debaixo dos braços e atravessar o campo pedindo calma aos companheiros após o Brasil levar um gol logo no início da final da Copa de 1958, diante dos donos da casa, os suecos. No fim, o título foi Canarinho com uma imponente vitória por 5x2 com três gols de Pelé. Mas, não fosse a atitude de Didi no início da partida, o resultado poderia ter sido muito diferente.

Na Copa de 1962, ele foi o principal parceiro de Garrincha no torneio, disputado no Chile, durante o qual emitiu a cérebre frase: “ Treino é treino, jogo é jogo”, referindo-se à reclamação dos jornalistas sobre sua preparação física. Foi o inventor do chute “Folha Seca”, aquela bola que sobe, sobe, sobe...e cai de repente, encobrindo os goleiros adversários.

Fonte: Mandarim Comunicação





 
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