Será um estádio moderno, mas sem nenhum design futurista. A área contará com estacionamento e ainda terá acesso pela linha vermelha do metrô – a estação Corinthians-Itaquera é vizinha ao terreno escolhido.
Para ampliar a sua arena para 70 mil torcedores, seria necessário um investimento extra de R$ 170 ou R$ 180 milhões.
"O Corinthians não aceitaria dinheiro público, mas também não teremos dinheiro para pagar essa conta. Então, temos de sentar junto com as pessoas da CBF e da Fifa para discutir qual é a melhor maneira de fazer essa engenharia financeira", disse Sanchez.
Além do projeto da Odebrecht, o Corinthians tinha na mesa mais duas opções de estádio, que foram descartados por envolver cessão de camarotes e cadeiras cativas para o grupo investidor. O da Castro Mello Arquitetos, também em Itaquera, levaria o Corinthians a abrir mão de receitas durante 10 anos (leia mais). O outro, de autoria de Augusto França Neto, em Guarulhos, envolvia cessão de camorotes e cadeiras cativas para o grupo investidor (leia mais).