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Dilma sobre Copa do Mundo: " Estamos dando uma grande festa"

Presidente reafirma sucesso do Mundial e diz que legado urbano será o mais importante

Dilma Rousseff durante coletiva em Cuba (crédito: Roberto Stuckert Filho/PR)
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Da redação
postado em 29/01/2014 09:04 h
atualizado em 29/01/2014 15:42 h

Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (28), em Cuba, durante a 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), a presidente Dilma Rousseff reafirmou o sucesso da Copa do Mundo. De acordo com a presidente, o Brasil está se preparando para receber uma grande festa 

"Quando você vai dar uma festa, você melhora sua casa. Quando a visita vai embora, a reforma fica para o dono da casa. Nós estamos dando uma das maiores festas do mundo, que é a Copa. É uma visão pequena não perceber a importância da Copa do Mundo para o povo brasileiro, não só porque nós gostamos, mas por se tratar de um dos evetos culturais mais importantes do nosso país."

Confiante, Dilma cita as melhorias em mobilidade urbana para reforçar a importância da Copa do Mundo no Brasil. 

" O Brasil é um país que tomou uma série de medidas para essa Copa. É fato que investimos em estádios. São 12. E eu perguntei recentemente ao presidente da FIFA (Joseph Blatter) quantos estádios foram feitos em outros países. É similar ao nosso esforço. Mas não é esse o nosso principal investimento. O principal investimento está em todas as estruturas de aeroportos, em todas as estruturas de portos. Em todas as obras, que são muito maiores que a Copa, de mobilidade urbana."

Além da importância futebolística, Dilma destacou questões sociais que ganharão força no Brasil durante a Copa do Mundo. Segundo a presidente, " a Copa vai ter que falar de paz. Vai ter que transmitir isso. É um momento de paz", salientando, também, o antirracismo e a propagação do futbol feminino.

"O Brasil é um país em que mais de 50% da população se declarou negra, com honra, nesse último censo de 2010. Então, vai ter de ser uma Copa antirracista. E, no Brasil, as mulheres jogam futebol. A Marta é nosso símbolo. Nossa variante de Pelé do lado do futebol feminino. Então, são três coisas: paz, antirracismo e afirmação do futebol feminino e da questão de gênero. Essas três questões acertei com Ban Ki Moon (secretário-geral da ONU) e tenho de agradecer ao Joseph Blatter (presidente da FIFA, com quem Dilma esteve na última semana). É algo que transcende. Não é só o governo brasileiro, não é só a ONU, não é só a FIFA. Somos nós todos congregados em torno disso", completou.





 
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