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O desenvolvimento da África do Sul pós-Copa do Mundo

Danny Jordaan, executivo-chefe do comitê organizador do Mundial 2010, fala sobre o legado no país

Danny Jordaan foi o principal dirigente da preparação sul-africana (crédito: Divulgação)
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Danny Jordaan*
postado em 08/11/2013 19:12 h

Desde que a África do Sul sediou a Copa do Mundo FIFA 2010, o esporte passou a ser visto como um importante catalisador para o desenvolvimento de infraestrutura e mobilização social. De acordo com o relatório nacional da Copa, publicado em 2012, os resultados do evento são duradouros e benéficos para o país-sede.

Como exemplo, o investimento de aproximadamente US$ 1.1 bilhão na construção e reforma de 10 estádios, além de criar opções para eventos esportivos de alto padrão no país, gerou 66 mil empregos e US$ 750 milhões em rendimentos. Outro investimento, em transportes, totalizado em quase US$ 1.7 bilhão também melhorou o ambiente do país, com aeroportos, portos, estradas e ferrovias. Tais melhorias geraram um grande número de empregos e instalações de padrão mundial, que são capazes de sediar grandes eventos, como a Copa Africana de Nações de 2013.

Planos de investimento também nasceram após a Copa do Mundo, em 2013 um novo investimento de US$ 83 bilhões foi anunciado para infraestrutura. O ambicioso Plano Nacional de Infraestrutura introduziu o controle nacional e central da construção de represas, estradas, pontes, usinas, escolas, hospitais, duas novas universidades e outras construções que transformam o cenário do país, e tem um impacto profundo nas vidas dos cidadãos. 18 grandes projetos estratégicos de infraestrutura foram identificados como prioridade dentro do Plano, especialmente os direcionados aos 23 distritos mais pobres do país, garantindo o acesso à água potável, eletricidade e saneamento básico, mudando positivamente a vida de aproximadamente 19 milhões de pessoas.

O programa de investimento na construção de portos, estradas, ferrovias e usinas elétricas também contribuiu com o crescimento econômico, fazendo o país mais competitivo no mercado internacional. Para o governo sul-africano firmar  o crescimento nacional, providenciar trabalho decente para toda a população e melhorar a prosperidade do país, esse tipo de plano é essencial.

Aumentar o investimento em infraestrutura nesse momento decisivo tem um impacto econômico significativo e positivo, aumentanto os rendimentos do país, inserindo pessoas no mercado de trabalho e melhorando a competitividade da África do Sul e sua posição no cenário econômico internacional. Significando que a Copa do Mundo em 2010 deixou um legado estrutural que, hoje, alavanca o ânimo socioeconômico de gerações de cidadãos sul-africanos que ainda virão.

* Danny Jordaan é presidente da Associação Sul-africana de Futebol e esteve à frente do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo 2010





 
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