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Fifa teria vetado nome Mané Garrincha em Brasília, mas GDF nega

Coordenadoria da Copa na capital diz que estádio será inaugurado sem suposta alteração da entidade

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Da redação
postado em 05/04/2013 17:42 h
atualizado em 05/04/2013 18:46 h

A Fifa teria vetado o nome Mané Garrincha do estádio da Copa em Brasília, informou hoje (5) reportagem da “Folha de S.Paulo”.

A justificativa seria de que as competições, tanto Copa das Confederações como Copa do Mundo, atendem a “interesses internacionais” e a Fifa deve, portanto, “manter a consistência dos nomes dos estádios”.

No entanto, a Coordenadoria de Comunicação para a Copa (ComCopa) do Governo do Distrito Federal nega as informações.

Em nota, o órgão diz que “não há veto algum ao nome do estádio” e que o palco de Brasil e Japão, jogo de estreia da Copa das Confederações, segue como Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. E é com este batismo que a arena brasiliense será inaugurada no próximo dia 21 de abril.

Por outro lado, a ComCopa admite que a hipótese de alteração temporária dos nomes dos estádios se aplica a todas as sedes, um compromisso assinado, no caso de Brasília, entre o governo do Distrito Federal e a Fifa no ano de 2008.

O documento traz uma cláusula que permite à federação internacional alterar a nomenclatura dos estádios no caso, por exemplo, de uso indevido (como uso político) dos nomes dos estádios.

Ao governo do Distrito Federal, a Fifa garantiu que a denominação utilizada (“Estádio Nacional de Brasília”, apenas. Confira no link do site da entidade) respeita uma certa padronização dos nomes para vendas de ingressos, sem qualquer prejuízo ao batismo oficial da arena.


GDF nega que Fifa tenha solicitado alteração do nome Mané Garrincha (crédito: Lula Lopes/GDF)

Outros nomes
A Arena Corinthians e a agora Itaipava Arena Fonte Nova são dois exemplos de empreendimentos que deverão utilizar outro nome em 2014. O estádio paulista, ainda sem naming rights definido, é tratado pela Fifa como “Arena de São Paulo”, e, ao que tudo indica, deverá ser esta a alcunha do estádio em 2014, ao menos para a entidade.

Já a arena baiana, que cedeu os direitos de seu nome ao grupo Petrópolis, dono da marca Itaipava, terá de abrir mão do naming rights durante o Mundial porque a Fifa é patrocinada pela Budweiser, da concorrente Ambev.

Há ainda o caso da Allianz Arena, que durante a Copa de 2006, era simplesmente tratada como “Arena de Munique”--a Allianz é uma seguradora.  

Lembrança histórica
Se o Mineirão reformulado manteve seu desenho original com o tombamento da fachada, e a Fonte Nova foi reconstruída com a mesma abertura para o Dique do Tororó que tinha o antigo estádio, o Mané Garrincha, por sua vez, preservava ao menos uma lembrança do passado: justamente seu nome.

Erguido em 1974, o estádio foi o principal palco do futebol brasiliense por mais de três décadas, homenageando Manuel Francisco dos Santos, o Garrincha, ex-atacante do Botafogo e da seleção brasileira, decisivo nos dois primeiros títulos mundiais do Brasil, em 1958 e 1962.

Há ainda outra coincidência: o projeto do Mané Garrincha original é de autoria do arquiteto Ícaro de Castro Mello, pai do responsável pelo projeto atual, Eduardo. 





 
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