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Portal 2014 participa de debate sobre acessibilidade na Câmara

Audiência discutirá adequação de estádios em relação às pessoas com mobilidade reduzida

Deputado Romário convocou audiência sobre acessibilidade na Copa (crédito: WikiCommons)
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Da redação - São Paulo
postado em 19/06/2012 16:15 h
atualizado em 19/06/2012 16:21 h

A Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (20) a partir das 15h, em Brasília, audiência pública sobre acessibilidade na Copa do Mundo de 2014. 

Para discutir a questão, foram convidados o diretor do Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e Engenharia) e coordenador do Time dos Arquitetos da Copa, Leon Myssior e o presidente do Comitê Organizador Local (COL) da Copa e presidente da CBF, José Maria Marin, além do diretor do Portal 2014, Rodrigo Prada.

Convocada pelos deputados Romário (PSB/RJ) e José Rocha (PR/BA), a audiência vai abordar problemas de acessibilidade não só em estádios de futebol como em aeroportos, hotéis, transportes coletivos e pontos turísticos nas cidades-sede do Mundial de 2014.

Acessibilidade
Desde agosto de 2009, o Brasil é signatário da Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência. Na prática, isso significa que as autoridade brasileiras se obrigam a respeitar a dignidade, a autonomia, o direito ao trabalho e de acessbilidade das pessoas com alguma deficiência física, e, sendo assim, a lei deve ser cumprida.

No entanto, os preparativos do Brasil para a Copa de 2014 mostram que as cidades não estarão prontas para receber turistas e torcedores com algum tipo de deficiência. 

Segundo o diretor do Portal 2014, que coordenou o Copa for All, primeiro evento que tratou de acessibilidade da Copa 2014, o assunto é um dos poucos temas que não é detalhado no Caderno de Encargos da Fifa, documento que estabelece as diretrizes que devem ser seguidas no projeto e na construção de estádios para o Mundial. 

A entidade, porém, orienta o país-sede seguir a legislação local. “Os projetos dos estádios, por exemplo, não estão seguindo o decreto federal 5.296/2004, que estabelece que 2% do total de assentos em estádios, ginásios esportivos e similares devem reservados a pessoas com mobilidade reduzida”, destaca Prada.





 
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