Notícias

Paraguai empata e garante liderança do grupo F

Equipe sul-americana chegou aos cinco pontos e enfrentará o segundo colocado da chave E

Caceres e Cardozo lamentam chance desperdiçada no 0 a 0 (crédito: EFE)
Tamanho da letra
Polokwane
postado em 24/06/2010 13:09 h
atualizado em 24/06/2010 15:30 h

Em uma partida pouco emocionante e com raras chances de gol para os dois lados, Paraguai e Nova Zelândia não saíram de um empate sem gols nesta quinta-feira, resultado que garantiu aos sul-americanos a liderança do grupo F.

No outro jogo da chave, a Eslováquia venceu a Itália por 3 a 2, se garantiu na segunda posição, e despachou os atuais campeões mundiais de volta para casa.

Paraguai e Eslováquia aguardam agora a definição dos adversários nas oitavas de final, que saem do grupo E, no qual a Holanda está classificada, Camarões foi eliminado, e Dinamarca e Japão encaram uma briga direta pela segunda vaga. Todos os jogos desta chave acontecem hoje, às 15h30 (de Brasília).

Com a liderança do grupo nas mãos, a seleção paraguaia entrou tranquila em campo, já que estaria classificada com um empate. O objetivo principal era confirmar o favoritismo e garantir os três pontos para selar o primeiro lugar da chave, que tiraria o Paraguai de um provável confronto nas oitavas contra a Holanda, que tem tudo para ficar com a primeira posição do grupo E.

Já os neozelandeses, que disputavam a segunda Copa de sua história, entravam em campo com uma missão bem mais difícil: precisavam da vitória para sonhar com a inédita classificação.

Mesmo assim, o clima também era tranquilo na Nova Zelândia. Considerada uma das piores seleções do Mundial antes de a bola rolar, os neozelandeses arrancaram dois empates nas duas primeiras partidas, incluindo um contra a poderosa Itália, atual campeã do mundo.

A euforia pela boa campanha era tanta que o Partido Trabalhista da Nova Zelândia chegou a sugeriu um feriado nacional no país caso sua seleção conquistasse a classificação às oitavas.

Mas o que se viu em campo não foi muito animador para a Nova Zelândia, que quase não ameaçava o gol paraguaio, e se preocupava apenas em conter o ataque adversário.

O trabalho defensivo neozelandês era bem executado, e o Paraguai, apesar da posse de bola, pouco conseguia ameaçar. A primeira chance dos paraguaios veio somente aos 18 minutos, com Caniza, que pegou a sobra de fora da área e chutou com perigo, à esquerda do gol de Paston.

Dez minutos depois, os paraguaios voltaram a ameaçar, mais uma vez com Caniza, que arriscou de fora da área, mas sem muito perigo.

Aos 36, em uma das poucas investidas da Nova Zelândia, Bertos tentou jogada pela linha de fundo e cruzou nas mãos de Villar.

Nesse momento, as duas seleções já sabiam que na outra partida do grupo a Eslováquia vencia a Itália, eliminava os campeões mundiais e garantia sua classificação.

Com o cenário todo a seu favor, o Paraguai tirou o pé e voltou para a etapa final mais relaxada, e sem se preocupar muito com a vitória.

A primeira chance de gol no segundo tempo foi da Nova Zelândia, com Elliott, logo aos 3 minutos, que pegou uma de primeira e bateu rente à trave de Villar.

O Paraguai conseguiu ameaçar somente aos 17 minutos, outra vez com Caniza, que cruzou de dentro da área para Riveros, que desviou de cabeça, obrigando Paston a fazer uma grande defesa.

O técnico Gerardo Martino optou então por mudar seu ataque, trocando Cardozo e Valdez para a entrada de Lucas Barrios e Edgar Benítez.

As modificações surtiram efeito e, aos 22, apenas dois minutos depois de entrar, Lucas Barrios recebeu dentro da área e chutou com perigo ao gol da Nova Zelândia.

Aos 35 minutos, o Paraguai voltou a assustar, com Roque Santa Cruz, em cobrança de falta, mas Paston espalmou.

A partir daí, as duas seleções tocaram bola no meio de campo, esperando pelo fim da partida, que garantiu o Paraguai na liderança e que, se não colocou a Nova Zelândia nas oitavas, lhe deu uma despedida honrosa, de maneira invicta e à frente da Itália, campeã mundial até o dia 11 de julho.

Ficha técnica:
Paraguai: Villar; Caniza, Da Silva, Júlio César Cáceres e Morel Rodríguez; Víctor Cáceres, Vera e Riveros; Valdez (Edgar Benítez), Santa Cruz e Cardozo (Lucas Barrios). Técnico: Gerardo Martino.

Nova Zelândia: Paston; Reid, Nelsen, Vicelich e Smith; Elliott, Bertos e Lochhead; Killen (Brockie), Fallon (Wood) e Smeltz. Técnico: Ricki Herbert.

Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP), auxiliado por seu compatriota Toru Sagara e pelo sul-coreano Jeong Hae-sang.

Cartões amarelos: Víctor Cáceres e Santa Cruz (PAR); Nelsen (NZL).





 
nosso time
realização
Sinaenco - Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva
tecnologia e criação
XY2 | Agência Digital
hosting
Telium Networks
segurança da informação
LSI TEC - Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico
 
patrocínio
Gerdau
 
apoio
ArcelorMittal
 
Resolução Mínima de 1024x768 - © Copyright 2009 portal2014.org.br Todos os direitos reservados.