Domingo é dia de almoçar junto, reunir os amigos e a família, enfeitar a casa, vestir a amarelinha e “vuvuzelar” à vontade. Tudo para. Todos param para ver o Brasil em campo. Mas nem todos acreditam que hoje a seleção comandada por Dunga possa perder para a os elefantes marfinenses. Nem todos imaginam o que vem pela frente. No meio da semana Robinho respondeu a imprensa que não dá para pensar na Espanha nas oitavas, se ela ficar em segundo no Grupo H. Até porque, no fundo ele sabe que o Brasil não só pode ser o segundo do Grupo G, como cair na primeira fase.
No fundo, Robinho sabe a falta que jogadores como Ganso e Neymar estão fazendo nessa seleção. E Dunga, orgulhoso como é, jamais admitira. Mas ele se engana e entrega este sentimento publicamente quando treina Robinho na meia e não coloca Júlio Batista, quando mesmo o Fabuloso estando mal, deixa Grafite passando frio no banco de reservas. Dunga está tentando fazer igualzinho como foi em 1994. Mas para a tristeza dele, Kaká está longe de ser o Romário para levar esse time nas costas.
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