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Brasil fica em chave difícil na Copa

Espanha pode ser adversário nas oitavas

Brasil fica em chave difí­cil na Copa e pode pegar Espanha nas oitavas (crédito: EFE)
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Da redação
postado em 04/12/2009 19:57 h
atualizado em 04/12/2009 20:46 h

O Brasil não teve tanta sorte no sorteio da Copa do Mundo de 2010, já que enfrentará Costa do Marfim, Portugal e Coreia do Norte no grupo G da primeira fase, e poderá pegar a Espanha em um eventual confronto das oitavas-de-final.

Apesar de ter na estreia a equipe norte-coreana, considerada a mais fraca, a seleção de Dunga terá pela frente a Costa do Marfim, apontada como a melhor seleção africana, e Portugal, que está entre as melhores seleções da Europa e tem o atacante Cristiano Ronaldo, eleito Melhor Jogador do Mundo pela Fifa ano passado.

E a ordem dos jogos em busca do sexto título mundial também não favoreceu o Brasil, já que a equipe pega os africanos e fecha a rodada contra os portugueses, provavelmente definindo o primeiro lugar na classificação do grupo.

Nas oitavas, a situação pode se complicar caso a seleção fique em segundo lugar e a Espanha, que está na chave H, for a primeira colocada, ou vice-versa. O Chile, destaque das Eliminatórias Sul-Americanas, é outro possível adversário.

Segundo uma análise feita por Dunga pouco depois do sorteio, a única vantagem da seleção no sorteio é ter ficado como cabeça-de-chave do grupo G, fazendo quatro jogos em Johanesburgo.

Dunga gostou do fato de ter caído no grupo G e disputar duas partidas em Johanesburgo - a estreia diante dos norte-coreanos, no Ellis Park, e contra os marfinenses no Soccer City, palco da final. Se for primeiro da chave, joga lá também nas oitavas e quartas.

"Em termos de logística, isso é muito bom. Teremos possibilidades de nos adaptar melhor e ter maior tempo de preparação", disse.

"Acabou acontecendo o que queríamos. Poderemos ter uma base fixa em Johanesburgo", completou.

Apesar da condição de favorito e do apoio da torcida local, o Brasil não estará tão em casa durante o período em Johanesburgo.

Afinal, um dos rivais é africano, enquanto Portugal é um dos países com grande presença de emigrantes na África do Sul e tem estreitos laços com a vizinha Angola, sua ex-colônia.

Uma possível vitória na estreia contra os norte-coreanos não apenas acalmará o nervosismo inicial do Mundial, mas deixará o Brasil em vantagem para as outras duas partidas.

Para Dunga, o fato de a seleção brasileira ter caído em uma chave difícil no Mundial será bom porque exigirá o máximo dos jogadores desde o início.

"É bom ter ficado em um grupo tão difícil porque isso nos obrigará a estar muito atentos desde o início e reduzirá a pressão no Brasil, que sempre tem de ganhar tudo", afirmou Dunga em declarações à imprensa.

Segundo o treinador, a chave G ficou bastante equilibrada e com dois rivais muito difíceis, em referência a marfinenses e portugueses.

A equipe africana fez excelente campanha nas Eliminatórias e conta com jogadores como o atacante Didier Drogba, uma das estrelas do Chelsea. O país vai para sua segunda Copa, e em 2006 deu azar ao ficar em grupo que tinha Argentina, Sérvia e Holanda.

Já Portugal não deve ser sombra daquela equipe goleada por 6 a 2 em amistoso disputado no fim do ano passado em Brasília.

"Podem esquecer daquele amistoso. Foi ali que Portugal precisou se renovar totalmente e a ressurgir como seleção. Atualmente, é uma equipe totalmente diferente", disse o técnico Carlos Alberto Parreira, treinador do Brasil na Copa de 2006 e que comandará a África do Sul.





 
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