A execução das obras dos estádios aparentemente está bem, com elevados índices de execução. Mas do ponto de vista dos prazos para conclusão, os tempos não são equivalentes aos dos percentuais de execução. A maioria dos estádios já terminou a fase da obra civil bruta e chega à fase crítica da cobertura, que envolve equipamentos e tecnologias complexas, muitas das quais inéditas no país.
Para as obras civis as construtoras nacionais tem equipamentos e experiências suficientes para tocar as obras com qualidade e velocidade e tem demonstradas essa capacidade no que já foi realizado e tem sido realizado. Já para a cobertura, dependem de tecnologias, equipamentos e assistência técnica de empresas estrangeiras, além de mão-de-obra especializada. Com riscos de não conseguirem completar numa primeira tentativa. A curva de aprendizagem terá que ser feita, caso a caso, na experiência real. O aprendizado com as obras para a Copa das Confederações poderá servir para as obras que deverão ficar prontas no segundo semestre de 2013. São naturais os atrasos, que já estão devidamente considerados, mas não divulgados.
Será preciso acompanhar com atenção os trabalhos de implantação das coberturas e só depois dos mesmos completados poderão se terem assegurados os prazos de entrega do estádio pronto. E cada cobertura pronta deverá merecer a devida comemoração.
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