O FIM DO ACORDO DE CAVALHEIROS DE TRISTE FIGURA
Parece ter chegado ao fim o pesadelo das donas de casa, infelizes clientes dos supermercados da APAS, pois o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo em boa hora decidiu não homologar o TAC que suspendia a distribuição gratuita das sacolas plásticas no Estado.
Mais recentemente, a 1ª Vara Central de São Paulo determinou que os supermercados retomem imediatamente o fornecimento de sacolas “adequadas e em quantidade suficiente” para que os consumidores transportem suas compras de forma gratuita dando prazo para que os estabelecimentos passem a fornecer, também gratuitamente, embalagens de material biodegradável ou de papel.
O acordo com a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reza que “é notório que a prática comercial costumeira é do fornecimento do lojista de embalagem para que o consumidor leve consigo as mercadorias que adquire, isso ocorrendo em lojas de diversos ramos de atividade”.
Também o CREA SP, por decisão de sua plenária, havia se posicionado sobre o assunto ao recomendar que ” pelo menos os produtos alimentares adquiridos em supermercados ou em quaisquer outros estabelecimentos devam ser embalados convenientemente, em perfeita higiene, em embalagens inéditas antes de serem entregues aos clientes”.
Esta aventura protagonizada pelos supermercados poderá sair caro, uma vez que além de terem de voltar a fornecer gratuitamente as sacolas plásticas terão também de providenciá-las com material biodegradável até mesmo para não caírem em contradição.
De qualquer forma, tal procedimento será muito bom para o meio ambiente, principalmente porque a população poderá reutilizar estes recipientes para abrigar o lixo doméstico , prática usualmente adotada pela população.
Os supermercados contribuíam para a proteção do meio ambiente, mas aparentemente não sabiam disso. Segundo levantamentos recentes, 80% das sacolas plásticas destinadas a embalar os produtos adquiridos nas lojas eram também utilizadas, pós consumo para embalar o lixo doméstico contribuindo com isso para a limpeza das nossas ruas e de nossos rios.
Os supermercados com a distribuição das sacolas plásticas protegiam o meio ambiente, mas aparentemente não sabiam disso! Agora terão nova chance.
(José Eduardo Cavalcanti)

Parece ter chegado ao fim o pesadelo das donas de casa, infelizes clientes dos supermercados da APAS, pois o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo em boa hora decidiu não homologar o TAC que suspendia a distribuição gratuita das sacolas plásticas no Estado.

Mais recentemente, a 1ª Vara Central de São Paulo determinou que os supermercados retomem imediatamente o fornecimento de sacolas “adequadas e em quantidade suficiente” para que os consumidores transportem suas compras de forma gratuita dando prazo para que os estabelecimentos passem a fornecer, também gratuitamente, embalagens de material biodegradável ou de papel.

O acordo com a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reza que “é notório que a prática comercial costumeira é do fornecimento do lojista de embalagem para que o consumidor leve consigo as mercadorias que adquire, isso ocorrendo em lojas de diversos ramos de atividade”.

Também o CREA SP, por decisão de sua plenária, havia se posicionado sobre o assunto ao recomendar que ” pelo menos os produtos alimentares adquiridos em supermercados ou em quaisquer outros estabelecimentos devam ser embalados convenientemente, em perfeita higiene, em embalagens inéditas antes de serem entregues aos clientes”.

Esta aventura protagonizada pelos supermercados poderá sair caro, uma vez que além de terem de voltar a fornecer gratuitamente as sacolas plásticas terão também de providenciá-las com material biodegradável até mesmo para não caírem em contradição.

De qualquer forma, tal procedimento será muito bom para o meio ambiente, principalmente porque a população poderá reutilizar estes recipientes para abrigar o lixo doméstico , prática usualmente adotada pela população.

Segundo levantamentos recentes, 80% das sacolas plásticas destinadas a embalar os produtos adquiridos nas lojas eram também utilizadas, pós consumo para embalar o lixo doméstico contribuindo com isso para a limpeza das nossas ruas e de nossos rios.

Os supermercados com a distribuição das sacolas plásticas protegiam o meio ambiente, mas aparentemente não sabiam disso! Agora terão nova chance.

(José Eduardo Cavalcanti)

Um comentário

  1. Luís Carlos disse:

    Acho que tem que se ocupar principalmente das embalagens de fábrica dos produtos. Ninguém me coloca na cabeça que um saco plástico demora mais para se degradar que um copo de iogurte, por exemplo.

    Além disso, alguém precisa dizer aos governos que esse negócio de enterrar lixo coletado é procedimento ultrapassado há décadas…

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